Entrevista do CEO da Feeling para a revista “Música & Mercado”

Confira na íntegra, a entrevista do CEO da Feeling Renan Coutinho para revista Música e Mercado, falando a respeito do mercado de eventos e sobre sua empresa.

Música & Mercado: Qual a realidade da sua empresa hoje?

Renan Coutinho: Hoje nos posicionamos como a maior fornecedora  de soluções integradas para o entretenimento da AMÉRICA LATINA. Além de líder nacional  na fabricação de estruturas em alumínio no entretenimento.

Somos detentora de alta tecnologia e experiência de mais de 20 anos nesse setor,  integrando materiais e recursos de ponta em nossos projetos: palcos, camarotes, tendas e coberturas, estruturas em box truss e tubulares, sistemas de pisos, automação, rigging e arenas modulares entre outros, transformando nossos projetos em verdadeiros cases de sucesso.

Trabalhamos no sistema turnkey, o que nos capacita a gerenciar, do início ao fim, a implantação de todos os tipos de estruturas para grandes eventos.

Propomos ao mercado, soluções integradas, compreendendo desde a criação do projeto arquitetônico e técnico estrutural, até a execução e montagem final em campo, além da gestão total dos projetos.

M&M: Em quais áreas de locação de equipamentos a sua empresa atua?

R.C: Temos a  Feeling Locadora, divisão de  locação pura do nosso negócio, ou seja,  o cliente retira e opera as estruturas.

Os principais produtos são todos produtos de fabricação Feeling Structures.

M&M: Os produtos com os quais trabalha são de alta tecnologia e alto valor agregado? Hoje a tecnologia se torna obsoleta muito rápido disponibilizando produtos mais avançados a um curto espaço de tempo. Como equilibrar essa conta? De quanto em quanto tempo vocês trocam  o portfólio? 

R.C: Sim, todos nossos produtos são da mais alta qualidade e tecnologia: as estruturas box truss, plataformas, barricadas e tantos outros, são da marca Feeling Structures, referência nacional e internacional de qualidade.

Como são produtos em alumínio, de excelente resistência e durabilidade, não existe necessidade de substituição anual, por exemplo, o que equilibra naturalmente as nossas contas nesse setor, nos permitindo investir em pesquisas, desenvolvimento de soluções e equipe de profissionais.

M&M: Considerando a Copa do Mundo e os grandes eventos do showbizz, na sua opinião, qual a perspectiva para o mercado em 2014? 

R.C:Para nós, o ano de 2014 já se desenhou positivamente, superando todas as expectativas, pois além de estarmos envolvidos em grandes eventos, também estamos muito envolvidos na  Copa do Mundo.

Em relação ao mercado, hoje  o Brasil já se posicionou no circuito mundial de grandes eventos, ou seja, grandes artistas internacionais e os grandes eventos globais já figuram no nosso país.

Portanto, este cenário em conjunto com a Copa do mundo reforçam o aquecimento do mercado no de 2014 que certamente se estenderá até 2016 de as Olimpíadas no Rio de Janeiro.

M&M:Qual a realidade atual do setor de locação de equipamentos na sua opinião?

R.C: Com o mercado e expansão e cada vez mais técnico, que exige especialização e profissionalismo, existem muitas empresas que  estão se capacitando tecnicamente para atender a demanda que esta em constante aumento adquirindo bons materiais.

Porém, nas  Olimpíadas por exemplo, devido ao imenso porte do evento,  teremos ainda espaço para fornecedores estrangeiros para completar a demanda do mercado.

M&M: O que se deve fazer para desenvolver o mercado de locações? Qual é a maior carência ou problemática do setor? Uma vez que se trata de um mercado em pleno crescimento, seu desenvolvimento é natural, pois acompanha a nossa economia, cada vez mais fortalecida.

R.C: A grande lacuna que existia, era exatamente a falta de empresas devidamente estruturadas para atender o mercado.

Hoje, nossa realidade é outra, pois contamos com dezenas de fornecedores, nas mais diversas áreas, altamente competentes para fornecer produtos em geral.

M&M: Qual o futuro do setor de locações no Brasil?

R.CComo existem eventos de vários portes, fica difícil para as empresas investirem em seus estoques, pois muitas vezes correm o risco de ficarem grandes períodos com seus materiais parados, causando grandes prejuízos.

Nessas situações, a sub-locação se apresenta como uma grande solução, pois o investimento só acontece mediante a demanda do momento e com isso empresas de porte menor se desenvolvem locando para as empresas de médio e grande porte .

Nós da Feeling, abrimos no final de 2013, um escritório em Las Vegas / Nevada  (USA) , responsável pela coordenação e expansão das ações comerciais e operacionais da empresa no exterior: vendas dos nossos produtos, assessoria internacional na área de show business e eventos corporativos, gestão e produção de eventos, além – é claro –  do setor de locação… uma estratégia para aumentarmos ainda mais nosso mercado.

 

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